domingo, 24 de maio de 2009

Água... um bem precioso!

Após a comemoração do "Dia da Água" todos os alunos preencheram um questionário com as seguintes questões:

- Lavas as mãos depois de ir à casa de banho?

- Puxas o autoclismo depois de usares a sanita?

- Deixas a torneira aberta enquanto ensaboas as mãos?

- Brincas com a água a correr?

- Tomas banho de banheira?

- Tomas banho de chuveiro?

- Deixas a torneira aberta enquanto lavas os dentes?

- Em tua casa lava-se a louça com a torneira sempre aberta?

Na aula de Matemática cada turma construiu o seu gráfico com os dados obtidos e a turma nº15 criou um panfleto para relembrar a importância da água:

Poupa água!

NO JARDIM

- Não desperdiçar a água dos bebedouros.
- Regar as flores de manhã ou à noite.




NA COZINHA

- Não deixar as torneiras a pingar.
- Não deixar a água a correr enquanto se ensaboa a louça


NA CASA DE BANHO

- Não deixar a água a correr enquanto se lava os dentes e ensaboa as mãos.
- Devemos tomar banho de chuveiro.


A água é importante…

…porque é um bem essencial…
…para a vida!


Panfleto feito pela turma 15
do 1º e 2º anos.

terça-feira, 12 de maio de 2009

"25 de Abril"

Para comemorar o 25 de Abril, recebemos na nossa escola a Associação Zeca Afonso.



O grupo do Hugo, Marcelo e Dino escreveram:

No dia vinte e quatro de Abril veio uma pessoa, desta associação, falar sobre a vida de Zeca Afonso para as três turmas da nossa escola.
Ela começou por colocar a música que serviu de senha para dar início à Revolução dos Cravos, chamada “Grândola Vila Morena”. De seguida, contou-nos algumas coisas da vida do Zeca.
No final fizemos algumas perguntas interessantes e a senhora ofereceu um livro com muitas actividades para a nossa biblioteca.

Nós achámos interessante tudo quanto ouvimos e ficámos a saber coisas novas que registámos em turma:

A Revolução dos Cravos

A revolução de vinte cinco de Abril de 1974 aconteceu devido ao descontentamento do povo em relação ao governo da altura (ditadura).
Por outro lado, a guerra que Portugal mantinha com Angola, Moçambique e na Guiné matava muitos jovens, o que não agradava ao povo.
Pelos motivos ditos atrás e ainda outros, é que se deu a revolução de vinte e cinco de Abril, que veio devolver a liberdade a Portugal.
Foi através da rádio, com a canção «Grândola Vila Morena» de Zeca Afonso que se deu início à revolução. Os tropas invadiram o governo e prenderam o seu representante.
Graças a esta revolução passámos a ter liberdade e todos passámos a ter os mesmos direitos.
Como nesta revolução não houve mortes, o povo colocou cravos nos canos das armas como símbolo de liberdade. Também nós pintámos uns lindos cravos para enfeitar a nossa sala e, gostámos muito de fazer esta actividade.

Turma nº13

domingo, 3 de maio de 2009

III Feira das BECS

No dia 28 de Abril também participámos na "III Feira das Bibliotecas do Concelho de Setúbal". À tarde, a turma nº12 da profª Isabel, apresentou o trabalho “Figuras Ilustres de Setúbal” a uma turma da EB1 nº7 de Setúbal e às duas da EB1 nº1 do Faralhão.
Os nossos convidados estiveram muito atentos e no final disseram que gostaram muito.
Foi giro mostrar o que fazemos a outras escolas…
Aqui fica um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Setúbal, pois proporcionou o transporte.
Agora só falta apresentarmos esta actividade aos nossos pais/enc. de educação e gravarmos a nossa representação para vos mostrar um pouquinho do nosso trabalho.

As turmas nºs 12 e 13 foram visitar a Biblioteca Escolar da Escola Secundária D. Manuel Martins e a última fez o registo:

A visita à escola D. Manuel Martins

No dia trinta de Abril, à tarde, fomos à escola D. Manuel Martins com a turma da professora Isabel. Fomos assistir a uma representação feita por alguns alunos do sétimo ano, turma B, baseada no livro “O menino que não gostava de ler”. Da autora Susanna Tamaro.
Quando chegámos uma auxiliar levou-nos até à biblioteca. Esta tinha sido transformada, mais ou menos, num cenário de teatro. Tinha duas filas de cadeiras a fazer um semicírculo e em cada cadeira um papelinho com uma frase escrita sobre a importância da leitura.

Sentámo-nos e, uma professora começou por nos explicar o que íamos ver e que aqueles meninos tinham ensaiado apenas em duas semanas. A representação correu muito bem e nós gostámos muito. No final batemos muitas palmas, fizemos algumas perguntas, tirámos fotografias e pedimos autógrafos aos artistas.

Para acabar ainda melhor, foi-nos servido um saborosíssimo lanche, recebemos um marcador de livros feito pelos alunos e depois voltámos para a nossa escola.

Vamos terminar com um segredo, nós já tínhamos lido o livro e fizemos uma banda desenhada do mesmo.

Querem conhecer o conto que vimos representado da autora Susanna Tamaro?
Então leiam o reconto feito pela turma nº12:

O Menino que não gostava de ler

Era uma vez um menino chamado Leopoldo, que quando fez oito anos, pediu umas sapatilhas como prenda de aniversário, porque sonhava correr no campo e à beira-mar. Como a mãe tinha medo de ratos e aranhas e o pai era muito preguiçoso, nunca saiam, passavam os fins-de-semana em casa a ler livros.
O rapaz ficou infeliz, porque os pais não lhe deram o presente que ele pediu, e mais uma vez lhe ofereceram livros.
Preocupados com o facto do filho não gostar de livros, os pais levaram-no ao psicólogo, que logo lhe diagnosticou uma Papirofobia e recomendou que o proibissem de ver televisão e de jogar jogos de vídeo. Como remédio para curar o filho, os pais decidiram dar-lhe um livro para ler todos os dias e à medida que o tempo fosse passando, iam aumentando o tamanho do livro.
Aterrorizado com a sua situação, Leopoldo tinha pesadelos horríveis com livros, e decidiu perguntar aos pais «Porque é que é preciso ler livros?». Não satisfeito com a resposta à sua pergunta, decidiu preparar a mochila e fugiu de casa no dia seguinte num autocarro, escondido no meio das pessoas crescidas. Sem saber onde estava, Leopoldo saiu na última paragem e entrou num armazém onde viu sapatilhas magníficas.
Com medo que as pessoas do armazém percebessem que estava sozinho, Leopoldo saiu dali e foi para o parque que ficava do outro lado da rua. Depois de brincar nos baloiços, sentou-se a comer um bolo junto de um senhor de idade que era cego.
Após algum tempo de conversa, o senhor perguntou ao Leopoldo se ele tinha fugido de casa, o rapaz respondeu que não e arranjou algumas desculpas para esconder a verdade. Depois, o cego contou ao menino a história da sua vida e disse-lhe que quando era da sua idade, tinha fugido de casa porque era muito infeliz.
O idoso referiu ainda, que não se arrependeu de nada do que fez, só teve pena de não ter terminado de ler o livro “O vagabundo das Estrelas”, por ter ficado cego.
Leopoldo ficou comovido com a história que ouviu, e sugeriu ao cego que fossem a uma livraria para ele lhe ler o resto do livro.
Na livraria, o rapaz tentou ler mas não conseguiu, porque as letras pareciam deslocar-se de um lado para o outro. A empregada da livraria e o cego, descobriam que o rapaz tinha problemas de visão.
Grato pela companhia que o rapaz lhe fez durante todo o dia, o cego levou-o a casa e aconselhou os seus pais a levarem-no ao oftalmologista. Ao observar o rapaz, o médico concluiu que este tinha problemas de visão e receitou-lhe óculos.
Alguns dias mais tarde, já com os seus óculos, o menino foi procurar o velho para lhe ler o fim da história.
A partir daquele dia, o rapaz passou a gostar de ler, e leu tantos livros, que acabou por descobrir que as histórias que o velho lhe contou sobre a sua vida não eram reais, eram apenas as histórias dos heróis dos livros que leu. Foi uma experiência muito interessante. Ficámos tão entusiamados que também queremos representar um conto.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sacos de Plástico?


No dia 14 de Abril estivemos todos juntos, no polivente do antigo ATL.

Com a ajuda das nossas professoras e da professora Ana, da biblioteca, pensámos no modo de ajudar o ambiente evitando o uso do saco de plástico.

A partir de um PowerPoint vimos o mal que os sacos de plástico fazem à natureza... e o dinheiro que se gasta desnecessariamente.
Depois trocámos ideias e em voz alta dissemos:

- quando vamos às compras, devemos levar um saco de pano para trazer as compras;

- se não tivermos sacos de pano, devemos usar os mesmos sacos até ficarem rotos para não gastarmos tantos sacos;

- podemos levar um carrinho para transportar as compras e assim não gastamos tantos sacos de plástico...

Quase no fim do debate o Dino até disse: quando for ministro vou proibir o uso do saco de plástico.

Depois vimos um vídeo com o que já se faz no Brasil para reutilizar o plástico (fazem tábuas de plástico para substituir a madeira). Assim protegem as árvores e dão nova utilização ao plástico:

E vocês já pensaram no assunto?

Rosalina

Certo dia quando andávamos a brincar no pátio da escola, encontrámos a nossa Rosalina ferida na cabeça e na cauda.


A D. judite tratou dela e hoje está uma linda codorniz.

Até já pôs um ovo...

Agora assim que chegamos à escola fazemos-lhe sempre uma festinha.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Comemoração do "Dia da Água"

Como no dia vinte e dois de Março se comemorou o “Dia Mundial da Água”, a professora Ana da biblioteca mostrou-nos vários filmes sobre este tema.
Começámos por ver o trajecto da água desde as nuvens até chegar às nossas torneiras e, ficámos a saber os tratamentos por que ela passa.
De seguida aprendemos várias maneiras de como podemos poupar água, como por exemplo: quando lavamos os dentes devemos fechar a torneira enquanto os esfregamos; tomar duche em vez de banho e, enquanto nos ensaboamos fechar o chuveiro; só quando as máquinas da roupa e loiça estiverem cheias se devem pôr a trabalhar. Lavar os carros com um balde em vez de usar a mangueira; lavar o quintal com a vassoura e um balde e não com a mangueira e, assim poupamos água.
De toda a água do planeta Terra apenas um por cento é potável, os noventa e nove por cento que sobram é salgada ou está contaminada logo, não serve para beber. Se nós não a pouparmos ela acabará e os países entrarão em guerra por sua causa.
É importante não poluir os rios e as nascentes porque é daqui que sai a água que vai para as nossas casas, então, devemos olhar para ela como o nosso bem mais precioso e pensar que sem a água não há a vida bela deste nosso planeta azul.

Turma nº13 – 2º/3º/4º anos

quarta-feira, 4 de março de 2009

"Semana da Leitura"


"Perlim... Pim... Pim...


e o meu conto preferido era assim..."



De acordo com o Plano Anual de Actividades para comemorar a Semana da Leitura, de 2 a 6 de Março, fizemos um convite aos pais/enc. de educação para virem à escola contar o conto que mais os marcou na infância.
No dia 3 à tarde, quando está a professora da BE, veio a D. Ana Rosa, a mãe da Bruna Filipa da turma nº15 falar connosco e ler-nos contos:





Juntaram-se as 3 turmas, as estagiárias da turma nº15, as auxiliares de acção educativa e num palco improvisado a mãe da Bruna falou sobre o que lia quando era da nossa idade, mostrou-nos os livros que escolheu para nos mostrar e leu de acordo com a nossa escolha:



"O Gastão não tem coragem de jogar futebol" da Porto Editora



O Pinóquio




Se quiserem ler o conto espreitem o site: http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/histor37_1.html



E ainda nos leu "O rapaz dos hipopótamos" de Margaret Mahy e ilustração de Steven Kellogg

Ouvimos com muita atenção!


No fim falámos sobre os contos e fizemos perguntas, muitas perguntas... até ficámos a saber que gosta muito de desporto, que foi jogadora de futebol e pertenceu à equipa do Nacional.



Foi uma tarde maravilhosa... gostámos muito.


Obrigada D. Ana Rosa e ficamos à espera que venha mais vezes.



Parabéns!



Na 5ªfeira a mãe da Mariana da turma nº15 veio contar-nos dois contos: "Os dez anoezinhos da tia Verde de Água" e "O macaco do rabo comprido"...

Também nos ensinou uma canção sobre o último conto:



E a fazer fantoches de dedos:



Que bom que é aprender!

O Carlos da Turma nº13 fez o reconto:

"O macaco do rabo comprido"


Era uma vez um macaco com o rabo comprido, ele passou pela escola e os meninos gozaram assim com ele:
- Olha o macaco do rabo comprido, olha o macaco do rabo comprido, olha o macaco do rabo comprido. Ele foi ao barbeiro e pediu:
- Ó senhor barbeiro corte-me lá o rabo!
E o barbeiro disse-lhe:
- Olhe que se vai arrepender!
Então o barbeiro cortou o rabo do macaco, ele voltou a passar pela escola e, os meninos gozaram outra vez assim:
- Olha o macaco do rabo cortado, olha o macaco do rabo cortado, foi mais uma vez ao barbeiro e disse-lhe para devolver o rabo, mas o barbeiro disse que o tinha atirado para cima do telhado e o macaco do rabo do comprido disse assim:
- Ai é? Então dê cá a navalha e passou pela praça e disse assim:
- Ó senhora peixeira quer esta navalha?
- Quero, quero dê-ma cá!
Então o macaco foi passeando e pensou:
-Olha não devia ter dado a navalha à senhora peixeira. Então o macaco voltou para trás e disse à senhora peixeira para lhe passar a navalha, mas só que já que a navalha era da peixeira e o macaco roubou-lhe uma sardinha.
Continuou a passear quando viu uma velha a comer pão sem nada e deu-lhe a sardinha para ela assar e comer com o pão.
Dando uns passos, arrependeu-se e disse: - Olha, não devia ter dado a sardinha à velha. Foi para trás e disse para lhe dar a sardinha e a velha disse-lhe que já a tinha comido. Então roubou-lhe um saco de farinha.
Passou pela escola e disse à professora para fazer umas bolachinhas com a farinha, para os meninos dela.
Andou, andou, andou e pensou: - olha, não devia ter dado o saco da farinha à professora. Então voltou atrás para a professora lhe dar o saco da farinha de volta, mas a professora disse-lhe que já estavam a amassar os bolos. Então o macaco tirou-lhe uma menina e levou-a para uma loja de gaiolas e perguntou ao senhor da loja se queria a menina.
Andou mais um bocado e disse: - não devia ter dado a menina. Voltou à loja e pediu a menina de volta e o senhor respondeu: - a esta hora já a menina está ao pé dos pais. Então o macaco disse: - ai é, dê cá uma gaiola.
Chegou a uma loja de violas e deu ao senhor aquela gaiola.
Deu uns passos e pensou: - não devia ter dado a gaiola. Voltou à loja e pediu ao senhor a gaiola e este disse-lhe que a tinha vendido a uns meninos que tinham passarinhos. Então o macaco roubou-lhe uma viola e pôs-se a tocar e a cantar uma canção tipo assim como esta:
- De navalha fiz sardinha,
de sardinha fiz farinha,
de farinha fiz menina,
de menina fiz gaiola,
de gaiola fiz viola,
e vou para Angola…
Carlos